Cinco países da Europa e EUA emitiram um comunicado conjunto nesta segunda-feira (9) alertando o Irã contra qualquer intervenção no conflito entre Israel e o Hamas. O documento também expressou apoio a Israel e condenou os ataques do grupo terrorista palestino.
Por que o Irã está sendo alertado?
O texto afirma que “as ações do Hamas não têm justificativa, não têm legitimidade e devem ser universalmente condenadas”. “Nada, jamais, justifica o terrorismo”, diz o comunicado.
As atrocidades do Hamas
Os países também destacaram que o Hamas “massacrou famílias em suas casas, bem como mais de 200 jovens que participavam de um festival de música, e sequestraram mulheres idosas, crianças e famílias inteiras que agora estão sendo mantidas como reféns”.
Um recado ao Irã
O comunicado é visto como um recado ao Irã, que é considerado o principal aliado do Hamas. O temor é de que, em um conflito que possa sair do controle ou se espalhar, o grupo terrorista conclame o Irã a sair ao seu resgate.
Direito de Israel à autodefesa
O documento também reconhece o direito de Israel de se defender, mas afirma que “todos nós reconhecemos as aspirações legítimas do povo palestino e apoiamos medidas iguais de justiça e liberdade para israelenses e palestinos”.
O papel questionável do Hamas
“O Hamas não representa essas aspirações e não oferece ao povo palestino nada além de mais terror e derramamento de sangue”, diz o comunicado.
Compromisso com a paz
Os países europeus e os Estados Unidos afirmaram que permanecerão “unidos e coordenados” para garantir que Israel seja capaz de se defender e criar as condições para um Oriente Médio pacífico e integrado.
Este comunicado conjunto reflete uma preocupação internacional crescente com o agravamento do conflito e destaca a importância de evitar uma escalada ainda maior.
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