Homem que fez crianças reféns em CMEI de Curitiba morre após ser baleado; 13 crianças são resgatadas

A Polícia Militar do Paraná confirmou a morte do homem que invadiu armado o CMEI São Braz, em Curitiba. As 13 crianças resgatadas estão bem, segundo a PM.

O homem que manteve crianças reféns no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) São Braz, em Curitiba, morreu após ser baleado durante a ocorrência nesta sexta-feira (9). A informação foi confirmada pela Polícia Militar do Paraná (PMPR). Ao todo, 13 crianças foram resgatadas, e todas estão bem, conforme a corporação.

Segundo a tenente Letícia Donatello, da Polícia Militar, a situação foi encerrada. Até o momento, a polícia não divulgou a identidade do homem nem a motivação da invasão.

Homem armado invadiu CMEI no bairro São Braz

A ocorrência começou na tarde desta sexta-feira (9), quando o homem armado entrou no CMEI São Braz, localizado na Rua Genauro Ferreira de Almeida, número 79, no bairro São Braz, em Curitiba.

Durante a invasão, professores, funcionários, crianças e pais conseguiram deixar o local. As pessoas que permaneceram na unidade foram mantidas reféns em uma sala.

Diante da gravidade da situação, equipes do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros foram mobilizadas. A operação também contou com o apoio de um helicóptero.

O entorno da unidade foi isolado pelas forças de segurança durante o atendimento da ocorrência.

Prefeitura de Curitiba oferece apoio às famílias

Em nota divulgada após o encerramento da ocorrência, a Prefeitura de Curitiba agradeceu a atuação das equipes envolvidas na operação.

“A Prefeitura agradece a atuação das forças de segurança, especialmente da Polícia Militar do Paraná, responsável pela condução da operação, com apoio da Guarda Municipal de Curitiba e do Corpo de Bombeiros”, informou a administração municipal.

Desde o início da situação, a Secretaria Municipal da Educação mobilizou equipes para acompanhar o caso e prestar assistência às crianças, aos familiares e aos profissionais do CMEI.

Equipes de psicologia da Prefeitura também foram acionadas para oferecer acolhimento e atendimento especializado. Segundo o município, o acompanhamento continuará conforme a necessidade das pessoas envolvidas.

A identidade do homem e as circunstâncias da invasão ainda não foram divulgadas oficialmente.

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