GILMAR CARDOSO TEM POESIA CLASSIFICADA EM SELEÇÃO NACIONAL

A Seleção Poesia Brasileira, da Vivara Editora Nacional anunciou nesta 3ª feira, 22 os classificados de todo o Brasil

O advogado e poeta Gilmar Cardoso recebeu o comunicado oficial de que sua poesia – Caminheiro – foi classificada pelo certame Seleção Poesia Brasileira – Poesia Livre 2025 – promovido pela Vivara Editora Nacional. Em todo o Brasil foram escolhidos 250 autores e os textos serão publicados em um livro de poemas inéditos, com edição de 5 mil exemplares.

A obra – Antologia Poética Poesia Livre 2025 – celebra a tradição de 16 anos da série, uma das mais destacadas e concorridas seleções literárias da língua portuguesa, com o objetivo de manter viva a poesia brasileira.
O livro terá distribuição nacional, alcançando o grande público, escolas e faculdades.

A mensagem com o comunicado oficial contém o seguinte teor:
“GILMAR CARDOSO: POETIZE 2026, Seleção Poesia Brasileira.
A VIVARA EDITORA NACIONAL publicou em 22 de dezembro, a listagem dos classificados no processo seletivo.
Que honra e alegria! O seu poema foi classificado e fará parte do livro, POETIZE 2026, Seleção Poesia Brasileira, Antologia Poética.

Que suas palavras, agora eternizadas nesta importante seleção, continuem a inspirar, emocionar e transformar leitores por todo o Brasil.

A listagem dos classificados está disponível em, www.premiopoetize.com.br
É um orgulho fazer parte desta grande comunidade literária. NOVOS POETAS.

CAMINHEIRO
*Gilmar Cardoso

A vida e a história são feitas de caminhos…
Cantou-nos o Machado, poeta hispânico
Que o caminho se faz ao caminhar.
Do nascer ao pôr do sol a oferta de um sacrifício perfeito
Renova-nos no louvor e cantigas à celebrar.
O trajeto a ser percorrido
Leva-nos à perfeição e ao destino.
A rota é desde sempre traçada
O percurso leva-nos à vitória.
No rumo e no prumo
Seguimos adiante o trajeto.
O curso da existência
Desde que fiéis e verdadeiros
Orientará a direção
Cumprirá com exatidão o roteiro
Original e não imaginário.
Não sabemos o dia nem a hora,
Não há marca visível no calendário.
A vida e a história nos pertencem agora.
Do ventre da mãe ao oriente eterno
Sigamos com fé o nosso itinerário.

 

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