Alemanha continuaria tetra, Holanda teria títulos, Croácia fazendo história e Messi levantando a taça oito anos antes. Já imaginou como seria o futebol se todas as finais de Copa do Mundo tivessem terminado com o placar invertido?
A história do esporte é construída por detalhes. Um chute na trave, uma defesa milagrosa, um gol nos minutos finais ou até mesmo um erro de arbitragem podem mudar completamente o rumo de uma competição. Agora imagine que, em todas as finais da Copa do Mundo, quem ficou com o vice-campeonato tivesse levantado a taça.
O resultado seria um universo paralelo digno de filme, com seleções tradicionais finalmente conquistando seu primeiro título e outras gigantes perdendo parte de sua hegemonia.
Como ficaria a lista de campeões?
| Ano | Campeão “alternativo” |
|---|---|
| 1930 | Argentina |
| 1934 | Tchecoslováquia |
| 1938 | Hungria |
| 1950 | Brasil |
| 1954 | Hungria |
| 1958 | Suécia |
| 1962 | Tchecoslováquia |
| 1966 | Alemanha |
| 1970 | Itália |
| 1974 | Holanda |
| 1978 | Holanda |
| 1982 | Alemanha |
| 1986 | Alemanha |
| 1990 | Argentina |
| 1994 | Itália |
| 1998 | Brasil |
| 2002 | Alemanha |
| 2006 | França |
| 2010 | Holanda |
| 2014 | Argentina |
| 2018 | Croácia |
| 2022 | França |
O ranking de títulos mudaria completamente
Se essa realidade alternativa existisse, o mapa do futebol mundial seria outro.
Alemanha seguiria entre as maiores campeãs, (1966, 1982, 1986, 2002).
A Holanda, conhecida por revelar algumas das maiores gerações da história sem conquistar a Copa, finalmente teria três títulos mundiais (1974, 1978 e 2010).
A Hungria, dona de um dos melhores times de todos os tempos, deixaria de ser apenas uma seleção lendária para se tornar bicampeã mundial.
Já a Croácia viveria o maior momento de sua história com o título de 2018.
E quem comemoraria seria também a Argentina, que ganharia as Copas de 1930 e 2014, mas perderia as conquistas de 1978, 1986 e 2022.
O Brasil teria menos estrelas… mas acabaria com um trauma
Os brasileiros certamente aceitariam trocar algumas taças?
Nesta realidade alternativa, a Seleção Brasileira venceria a inesquecível Copa de 1950 diante do Uruguai, encerrando para sempre o famoso “Maracanazo”.
Por outro lado, deixaria escapar os títulos de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.
Em compensação, herdaria o título de 1998, contra a França.
O resultado? O Brasil terminaria com apenas dois títulos mundiais: 1950 e 1998.
Messi seria campeão quatro anos antes
Outro detalhe curioso envolve Lionel Messi.
Na história real, o craque conquistou sua primeira Copa em 2022.
Neste universo paralelo, ele levantaria a taça em 2014, após a decisão contra a Alemanha, mas perderia justamente a final de 2022 para a França.
Quem nunca seria campeão?
No entanto, algumas seleções desapareceriam completamente da galeria dos campeões.
- Uruguai
- Inglaterra
- Espanha
Em suma todas perderiam seus únicos títulos nessa realidade alternativa.
Ranking de títulos nesse universo paralelo
- Alemanha 4
- Holanda: 3
- Argentina: 3
- Itália: 2
- Hungria: 2
- Brasil: 2
- França: 2
- República Checa: 2
- Suécia: 1
- Croácia: 1* A República Tcheca é herdeira do histórico da Tchecoslováquia
E você, trocaria a história?
O exercício é apenas uma brincadeira para os apaixonados por futebol, mas mostra como pequenos detalhes mudam completamente a história do esporte.
Afinal, uma bola na trave pode transformar um vice em campeão e mudar para sempre a forma como uma geração inteira enxerga o futebol.
Dessa forma queremos saber: qual derrota mais merecia ter terminado com um final diferente? A Holanda de 1974? O Brasil de 1950? A Croácia de 2018? A Hungria de 1954 ? Ou a Argentina de Messi em 2014?
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