Jhamile é uma moça de sorte, Alexandre é um rapaz muito apaixonado. Ela sempre sonhou com um casamento inesquecível, só não sabia o tamanho do amor, e como seu noivo era criativo. Lágrimas rolariam dos olhos, mas de alegria.  Entre o namoro e o noivado, foram dois anos, porém, Alexandre começou a planejar a cerimônia já no segundo dia de relacionamento. Ele tinha certeza que ela seria sua esposa, pois ele havia sonhado com ela antes mesmo de conhecê-la. Quando a viu pela primeira vez, lembrou-se do sonho, e prometeu que daria a ela um casamento que ninguém jamais esqueceria.
O dia do sim, chega…
O casamento é na praia, os convidados já estão todos acomodados em cadeiras especiais esperando a chegada dos noivos. Nisso, um avião sobrevoa o local e chama a atenção de todos.
— Já que ele conseguiu reservar esse pedaço de praia, poderia mandar fechar o espaço aéreo — risos.
— Não sei, não. Acho que o avião faz parte. Veja!!!  – aponta para o céu- Alguém pulou de paraquedas
— Não vai dizer…
— Sim, é ele!
O noivo chegou ao seu casório de avião, de lá, pula de paraquedas. Até o chão, foram cinco minutos. Quis chamar mais atenção que a noiva. Conseguiu. Quando chegou ao chão, foi a vez da queima de fogos colorir o céu. Essa era a deixa para a noiva começar a entrar. A noiva não quis chamar tanta atenção quanto seu futuro marido. Nada de saltar de avião. Ela entrou montada num camelo.
O padrinho cochicha com o noivo:
— Qual é a “pira” de entrar montada nesse bicho?
— Bem. Quando Isaque recebeu Rebeca, ela veio montada num camelo. A Jhamile é a minha Rebeca.
— É, mas Isaque não pulou de um avião para recebê-la.
— Isso porque não havia.
— Mas como conseguiu esse bicho?
— Eu conheço alguém, que conhece alguém…
— E esse alguém tem um camelo?
— Não! Ele conhece alguém que tem.
E a marcha nupcial? Claro que teve, é o momento mais aguardado de qualquer casamento, só que cachorros foram treinados para latir a marcha. Alexandre teve a ideia no momento em que viu cachorros latindo os parabéns para comemorar o aniversário de 100 anos da rainha.
— Tenho que admitir, Alexandre foi criativo na ideia de fazer isso com cachorros.
—Fico só pensando como sofreram esses bichinhos para serem treinados. Mas que foi bem bolado, foi. Quase perfeito. Até lapela colocaram nos “meninos”.
Após o reverendo os declarar marido e mulher, os dois embarcaram num balão, o qual já estava preparado ao lado do púlpito. Eles vão até uma ilha passar a noite de núpcias. Alexandre alugou o lugar todo só para eles. Durante a travessia ele imaginou ver golfinhos saltando ondas, mas seria surreal demais.
Esta é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes fatos ou acontecimentos reais terá sido mera coincidência
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